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O Natal é Prejudicial as Crianças...Adverte!

“É moralmente errado dizer às crianças que o Pai Natal existe? Independentemente da imensa alegria e excitação de que os miúdos usufruem por acreditar no mito do Pai Natal, trata-se de uma mentira descarada! Quando estão crianças em causa, devemos colocar-nos sempre num patamar moral superior, ou devemos contemplar a possibilidade de excepções? Quando eles descobrem a verdade, não estaremos a ensinar aos nossos filhos que não se pode confiar em ninguém, nem mesmo nos próprios pais?”

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Vende-se flores mortas

Vende-se flores mortas Choro e gritos, em noites sem velha, nem velharia. Daqueles, que cavaram seus próprios túmulos, Tão fundo, quanto a alma daquele que cavou. Foi um só grito, Que será encaixado numa caixa de madeira, Amarrada em arrame farpado E cravadas em prego enferrujados. Faltará coveiro, Carregadores de caixões serão dispensados. Na caixa postal haverá vozes Que jamais serão escutadas. Incrédula, não conseguiu mais levar ninguém, Destruídas almas avisadas Corpos empilhados nas esquinas   Chefiadas em vida Toda flor carrega o estigma da morte, Quer seja da arrogância, quer seja despedida. A vala aberta sorriu sem máscara, À espera do último aconchego. De volta as partículas da existência. Que não foram cheiradas em vida Toda flor carrega o estigma da morte Quer seja da arrogância Quer seja despedida. Sobreviver é torna-se habite De corpos que não quero que me pertença. Flores com pétalas melancólicas ...

Dormência

Primeiro dói, depois tudo se transformar. A necessidade em libertar a mente das amarras produzidas pelos outros nos colocar numa postura de dissolução. E aquela voz do silêncio é paralisante, porque as minhas palavras acentuam a insegurança do não saber o que fazer. Se digo que sinto, Sinto muito... vou te machucar. Mas, porque o que sinto me machuca a tempo. Ah, já minha dormência não é percebida com a mesma duração. E eu venho sofrendo com a dor do sentir sem sentido. Porque o que o desejar não é entendido, mas entediante, claro, entediante para os outros, porque pra me é tudo. E, é justo que você diga não. Quando você quer dizer não. O que não é justo, é o aprisionamento que você ao arrematar o teu não com contrapartidas que continuam a me aprisionar.

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